HORA DO CAFEZINHO

Algumas bebidas representam muito bem o brasileiro e são símbolos da nossa cultura, tais como a caipirinha e a cerveja gelada. Mas a que mais está presente na vida das pessoas ainda é o café, sendo consumido por 4 entre 5 pessoas no Brasil, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. Que o famoso pretinho é preferência nacional todo mundo já sabe, mas você conhece tudo sobre a história e como ele age no nosso organismo?

É impossível descobrir quem foi a primeira pessoa a preparar e consumir a bebida feita a partir dos grãos torrados do fruto do cafeeiro, mas o certo é que sua popularização começou no século IX na região que hoje compreende a Etiópia, Sudão e Quênia. Tomou tanta proporção seu sucesso que foi rapidamente importada pelos países árabes, Europa e, enfim, alguns séculos depois, ao Velho Mundo.

A história do café no Brasil começou no ano de 1727, quando o governador do Estado do Grão-Pará enviou o sargento-mor Francisco de Melo Palheta em missão à Guiana Francesa, a fim de trazer ao país plantas do produto que já possuía alto valor comercial. Clandestinamente conseguiu uma muda do café tipo arábica, que deu origem às primeiras plantações em solo brasileiro, nas regiões Norte e Nordeste. Por conta do clima não ser o ideal para o cultivo, tentou-se na Região Sudeste, mais especificamente no Rio de Janeiro. Alí a escolha foi certeira e começou o sucesso do negócio cafeeiro em nosso país, desenvolvendo-se a ponto de se tornar a mais importante fonte de receitas durante muitas décadas, chegando ao ponto de, no ano de 1860, o país corresponder a 60% da produção de café do mundo todo. Foi a partir desse momento que a bebida se popularizou, pois até então era considerada artigo de luxo, por conta da derrubada dos preços.

Por conta do desgaste no solo do sul fluminense, as plantações de café foram deslocadas para o norte do Rio, e também para São Paulo e Minas Gerais, que no início do século XX passaram a produzir mais que a antiga região. Tal sucesso tornou esses dois Estados destaque no quesito poderio econômico, fazendo com que inúmeros donos de fazendas se tornassem ou indicassem presidentes da República, criando a chamada política do café-com-leite.

Hoje o café conquistou um sem número de fãs ao redor do mundo: estima-se que são servidas cerca de 400 bilhões de xícaras por ano ao redor do globo. Divide-se principalmente entre o tipo arábica, sendo este o mais consumido no mundo, e seguido do robusta (conilon), que possui duas vezes mais cafeína. Por conta dessa característica estimulante diversas reações químicas acontecem no nosso corpo, tendo destaque a inibição da sensação de sono.

Degustar todo o sabor inconfundível que o café proporciona de manhã cedo é uma ótima forma de começar o dia! Entretanto, é bom ficar atento às dicas para consumir a bebida de forma inteligente. Por exemplo: embora algumas pessoas só sintam que estão 100% acordadas depois da primeira xícara de café, estudos indicam que pode ser um desperdício de cafeína ingerir logo no café da manhã. Os pesquisadores baseiam no fato de que o corpo produz cortisol, o hormônio que promove a sensação de alerta, principalmente no período do dia em que saímos da cama. Assim, o ideal para tomar café seria esperar algo em torno de uma hora e meia, quando os níveis do hormônio já se regularizaram. A cafeína começa a agir no corpo humano cerca de 20 minutos depois de ingerida, aumentando no cérebro a influência do neurotransmissor dopamina, aumentando a atenção e desempenho no trabalho e escola, sendo relacionado inclusive à prevenção de problemas como o mal de Parkinson, diabetes e depressão.

Outro fato curioso é que com o passar do tempo e com o aumento da quantidade de cafeína que seu cérebro já processou, a química do órgão é alterada. Com mais cafeína consumida, mais receptores de adenosina são produzidos e, assim, mais café é necessário para poder conectá-los e fazer surtirem os efeitos de inibição de sono. É por causa disso que em algumas pessoas se desenvolve dependência à substância, causando sintomas de abstinência tais como fadiga, irritabilidade e dor de cabeça se o consumo é reduzido.

É possível aproveitar todo o bem-estar que o café traz sem atrapalhar o sono, mas é preciso seguir algumas orientações: a principal delas é evitar bebidas que contêm cafeína em sua formulação nas horas que precedem a noite de sono. Além disso, é imprescindível cumprir as oito horas de descanso recomendadas aos adultos, para que o organismo repouse e se renove adequadamente. Tomar um banho morno ajuda a relaxar o corpo e remover as impurezas acumuladas durante o dia, e evitar refeições pesadas à noite ajudam a digestão e, consequentemente, o sono. E, claro, utilizar sempre colchões e travesseiros de qualidade comprovada. Nas lojas Vivar Sleep Center de Porto Alegre, Novo Hamburgo e Salvador temos as melhores opções de colchão para que sua noite seja tranquila e, no dia seguinte, você possa tomar um cafezinho sem culpa!

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